O rádio do Piauí ao longo de 20 anos, vem sofrendo uma degradação generalizada, conivência dos detentores das concessões públicas cumulado com a ignorância brutal no sentido de desconhecimento às garantias de direitos ao cidadão com ou sem deficiência, especialmente levar ao conhecimento da opinião pública fatos, atos e atitudes inerentes as atividades profissionais de comunicadores, jornalistas e âncoras de programas radiofônicos e televisivos.
Sou vítima contumaz desses hediondos fatos, em sua maioria questões antagônicas em meu desfavor provenientes de reações nefastas oriundas em retaliação, represálias, inveja, descontentamento e principalmente o fator censura, lamentavelmente obrigatório na absoluta maioria das programações de radiodifusão dessas bandas do eminente Conselheiro Saraiva.
Quero me ater especialmente ao constrangimento público que fui submetido pelo radialista Bartolomeu Almeida, em uma emissora de rádio com audiência invejável e sinal propagado para todo mundo através da rede mundial de computadores, foi de fato um verdadeiro acinte, ataque a minha honra, honorabilidade e dignidade sem que eu tivesse direitos legais assegurados na constituição do Brasil, como: devido processo legal, direito de ampla defesa, presunção da minha inocência e ao contraditório, na ocasião demonstrou ser superior ao Imperador Calígula, mas permanece palitando dentes e debochando de forma criminosa da punição.
Estou acostando abaixo dois áudios com a voz inconfundível do criador do besteirol “vamos ao intervalinho”. Sem sombra de dúvidas não consigo entender que tipo de patrões e administradores conseguem calar de forma sepulcral um tipo de manifestação que denuncio aqui, principalmente agressão a poderes, instituições e autoridades legalmente constituídas da nação brasileira, por exemplo: comentário inóspito e criminoso referente a ministros de estado da República Federativa do Brasil em visita ao Piauí, que lotam os restaurantes de Teresina para apenas e tão somente encherem o “rabo” de capote e outras iguarias e vão embora sem oferecerem nada ao Piauí.
Por orientação de pessoas do meu conhecimento e acima de tudo respeito a mulher piauiense não vou expor um comentário indigno protagonizado pelo Bartolomeu Almeida, que assegurou aos microfones da rádio Teresina FM um escândalo envolvendo o prefeito de um certo município do Piauí e sua digníssima esposa, quando recepcionaram um famosíssimo cantor do segmento sertanejo em um show contratado a peso de ouro, após a festa houve a realização de comes e bebes e o prefeito totalmente embriagado “dormiu no ponto” e o cantor que não vou citar seu nome se dirigiu para a casa do prefeito juntamente com a primeira-dama do município e lá muito à vontade transou com a esposa da autoridade máxima do poder executivo da cidade e em seguida foi-se deixando apenas a lembrança dos momentos de prazer sexual envolvendo os dois.
Esses detalhes todos que descrevo foram declinados pelo radialista Bartolomeu Almeida, entre deboches, sorrisos e comentários de verbalizações impublicáveis. Por incrível que pareça esse moço que segundo o próprio é bacharel em direito, mas ainda não aprendeu fazer direito a sua atividade profissional, principalmente no quesito gratidão por favores recebidos em períodos de vacas magras.
Conheço muito bem a ex-chefe de gabinete do ex-prefeito José Pessoa Leal, a qual militei diariamente no período de cumprimento do mandato de deputado estadual do Pessoa. Lembro-me do Bartolomeu Almeida, diariamente no gabinete para aquela tradicional visitinha às portas fechadas com o parlamentar, muitas vezes especulei os motivos, os quais não declinarei aqui por questões éticas, mas os comentários inóspitos, agressivos, desonrosos realizados pelo Bartolomeu, após a prisão da Sol, e a sua queda vertiginosa em desgraça, foi algo que me deixou extremamente aterrorizado e me fez retroagir a uma frase pronunciada amiúde pelo ex-governador do Rio de Janeiro por dois mandatos Leonel de Moura Brizola, “bocado comido é bocado esquecido”. Imagino esse tipo de histórico descrito por mim não ter sido avaliado pela atual empresa que esse profissional ruim está agregado.
Carlos Amorim, Jornalista DRT 2081/PI



