Só sal

Neste 15 de julho a Câmara Municipal de Teresina entrou de recesso, foram seis meses de grande produtividade, empenho e dedicação dos nobres parlamentares. Marquei presença na última sessão do encerramento do primeiro semestre.

Os vereadores entusiasmados e exaustos de muito trabalho abraçavam-se e comemoravam a paz de suas consciências do dever cumprido, por coincidência acompanhei umas jornalistas que cobriram o evento histórico protagonizado pela Câmara Municipal e participei do projeto “Maria vai com as outras”, especulando os projetos protocolados dos parlamentares em suas árduas missões, um deles me chamou atenção, lido por uma velha raposa da imprensa que o descreveu para mim, demonstrando repúdio ao mesmo, especialmente o objeto da proposta mais conhecido e debatido quanto farinha na mesa de pobre, referia-se a política de acessibilidade em todas as vias de Teresina onde residissem pessoas com algum tipo de deficiência.

Lembrei-me da vastíssima legislação federal que ampara essa garantia, permanecendo ao longo dos anos como lei natimorta, ou seja, no adágio popular, “leis que não pegaram”, exemplo: LBI 13.146/2015; Estatuto da Pessoa com Deficiência do Piauí, lavra de Rejane Dias; Decreto Federal 7.296/2004 e 3.299/1999, que regulamenta a Lei Federal 7.853/1989; Leis 10.098 e 10.048/2000. O que é estarrecedor é a ausência de alguém com o mínimo conhecimento para informar a dona Luci, que o seu projeto de Lei é apenas um faz de contas ou um arremedo para chamar atenção de bobos e desinformados, graças a Deus não tenho amnésia, mas lembro-me de um catatau de papel que protocolei no seu gabinete enquanto deputada estadual e até a presente data não tive conhecimento de sua recuperação das crises de cólicas que impediram a realização de audiência comigo.

No decorrer desses seis meses, apresentei sugestão de Proposta de Lei aos vereadores Samuel Alencar, Inácio Carvalho, James Guerra, Pedro Alcântara, Samantha Cavalca e Tatiana Medeiros. Apesar de minha afinidade com essas autoridades não conheço qualquer atitude positiva às minhas inquietações. Tenho convicção que indiquei sugestões para melhoria de qualidade de vida dos teresinenses como um todo. Protocolei junto ao gabinete do excelentíssimo senhor Sílvio Mendes, prefeito de Teresina cinco propostas como sugestões para contribuir com o trabalho da autoridade executiva, até o momento nenhuma manifestação relacionada ao trabalho que desenvolvi.

Apresentei proposta a senhora Eliane Nogueira, secretária da Semcaspi, no momento que conversamos ela assinou o recebido e prometeu enviá-lo ao departamento adequado para a resolutividade do objeto solicitado. É importante Informar que o conteúdo do ofício referia-se a criação de um setor específico para treinamento de todos os segmentos de presta dores de serviços a pessoa com algum tipo de deficiência, nos meus parcos conhecimentos imaginei que a responsável por esse setor seria a Dra. Eliane.

Por seis vezes estive em audiência com o secretário de comunicação Hélio Teixeira, muito solícito, atencioso, gentil, solidário e pontual, apenas fez promessas, me pediu paciência enquanto as coisas melhorassem, como não sou Jó, cansei e joguei a toalha nocauteado em um ringue virtual de muita “hipocrisia’.

Protocolei ofício na Secretaria de Educação que tem como gestor o vereador Ismael Silva, pessoa do meu conhecimento, acessível, solidário, mas assoberbado de tarefas, afazeres e compromissos, por três vezes que tentei falar-lhe não consegui transpor a barreira do empecilho imposto por um servidor que atende na recepção. Tenho convicção pela minha experiência adquirida ao longo de 74 anos de vida que não é por acaso, nem tão pouco por vontade própria, é apenas e tão somente o cumprimento de uma rigorosa determinação. Há um adágio popular que assegura (quer conhecer o ser humano dê poder a ele). Por várias vezes estive com o Carlos Daniel, (Strans) o pior secretário do governo municipal que não assegurou resposta  a nenhuma das demandas protocoladas no seu gabinete.

Portanto demonstro aqui precocemente minha decepção com a administração municipal que acreditei, fui parceiro, companheiro e apoiador, mas lamentavelmente por 28 vezes concluídas dia 26 de junho tentei audiência pessoal com o Dr, Sílvio Mendes, agendada  há 20 dias, mais uma vez frustrado pela secretária de prenome Célia, a mesma pessoa gentilíssima que atendia no escritório onde foi estabelecido o comitê de campanha do União Brasil.

Ficarei a espreita torcendo favoravelmente para que a montanha de problemas e empecilho ao bom trabalho do digníssimo Dr. Sílvio Mendes, seja realizado a contento, talvez no limiar da sua gestão de quatro anos de intensa briga para se desvencilhar da areia movediça em que se envolveu.

Carlos Amorim, Jornalista DRT 2081/PI

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Uma resposta

  1. Piauí terra de homens públicos que marcam datas de agendamentos de compromissos, porém, no decorrer datado do compromisso agendado, não cuprem com o pactuado, e mesmo estando presentes não comparecem .
    Não se respeitam, não respeitam os eleitores, nem vossos compromissos.

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Jornalista Carlos Amorim
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