Parabéns ao Rei Roberto Carlos

Vinte e três de dezembro do corrente ano, a Rede Globo de televisão desferiu violento tapa na cara da Rádio Pioneira de Teresina, FM 88.7, quando o Rei Roberto Carlos, em seu programa de final de ano, convidou especialmente o também Rei da Pisadinha, ritmo musical aceito em todo Brasil, o cantor João Gomes. Ele usou o espaço global para cantar duas músicas, uma de Roberto Carlos e a outra de um projeto de sua lavra em homenagem ao sanfoneiro Dominguinhos.

O mau caráter gerente da emissora citada, pertencente à Fundação Dom Avelar Brandão Vilela, de forma estapafúrdia, humilhante e criminosa, Dilson Tavares, em comum acordo com o seu subalterno, declinou, com riquezas de adjetivos pejorativos, que o cantor cearense homenageado pelo Rei da Música Popular Brasileira, jamais teria suas músicas veiculadas na Rádio da igreja.

Entende o pobre diabo, que esse gênio não representa absolutamente nada como cantor e intérprete de um lixo fonográfico cuja mensagem é isenta de qualquer objeto educativo, instrutivo e artístico. 

O que me causa perplexidade e indignação é que esse indivíduo absolutamente despreparado, inexpressivo e mau caráter, não reúne o mínimo conhecimento possível para avaliar ou questionar o talento de um cidadão que tem aceitação do grande público brasileiro, como também da crítica especializada.

Shows lotados aonde quer que se apresente, cachês astronômicos, tem os sucessos reproduzidos em milhares de veículos, em rádio, em televisão, para toda a nação brasileira. Advogo para o bem da liberdade de expressão e, principalmente, em combate ao processo de exclusão, preconceito, discriminação e censura. Que esse calhorda seja demitido sumariamente e imediatamente, em benefício da autêntica e verdadeira promoção de trabalhos semelhantes ao que protagoniza o extraordinário João Gomes.

Lembro-me que, em certa ocasião, fui ter com esse indivíduo nocivo à comunicação, levando uma demanda ao seu conhecimento em desfavor do idoso Joel Silva, quando promovia uma série de retaliações contra as minhas mensagens, através de WhatsApp, emitidas por volta das 7 horas da manhã e, ao término do programa não eram veiculadas, enquanto um amigo meu, residente do Paraná e de sobrenome Quesada, contactado por mim via telefone, assegurou que mandava seus áudios por volta das 9 horas da manhã e todos eles eram divulgados.

Gostaria de quem souber o nome dessa safadeza, me informasse. Menos o gerente da Rádio Pioneira, Dilson Tavares, que, ao me ouvir em seu gabinete, foi descarado em asseverar que a voz que mais ouvia era a minha. Na oportunidade, expressou: “Você tem necessidade de ser ouvido, portanto, crie uma Rádio para você falar.”

Está explícito, sem a menor sombra de dúvidas, que esse elemento não reúne a mínima condição de permanecer dando palpite na emissora da Igreja Católica, sem qualquer formação específica para a função.

Estou disponibilizando abaixo, um áudio de um crime protagonizado pelo veterano Joel Silva, que posso garantir, todo esse imbróglio promovido pela Rádio Pioneira e seus asseclas, são provenientes das declarações destrambelhadas de Joel Silva, com a tentativa de me desmoralizar, descredenciar e desvalorizar minha atuação na radiofonia no Brasil. 

Para quem não sabe, sou pessoa com deficiência visual, abraçado pela vastíssima legislação das três esferas de governo. Embora, havendo todas essas garantias, sofro diariamente posturas indecorosas de indivíduos insatisfeitos com a minha repercussão, qualquer que seja o assunto de minhas pautas.

Entendo, sem titubear, que o motivo de toda essa querela prende-se à um convite que recebi da CBF, através do então técnico da Seleção Brasileira, Carlos Alberto Parreira, para estar em uma competição oficial da FIFA, realizado no estádio Mané Garrincha, quando a seleção brasileira aplicou uma goleada de 5×0 na seleção do Chile, carimbando o seu passaporte para o Mundial de 2006.

Tive o privilégio de me hospedar no mesmo hotel que ficou os craques da seleção, com todos ao alcance da minha mão. Consegui entrevistas coletivas, tanto no hotel quanto no estádio. Realizei uma ponta no programa Pânico na TV, contracenando com a Sabrina Sato. Estive na Rádio Nacional de Brasília, à convite, concedendo entrevistas ao vivo em vários programas da emissora. Fui convidado pelo conselheiro do Grêmio Futebol Clube, para visitar Porto Alegre e, principalmente, o Clube que ele trabalhava.

É importante informar que essa autoridade do futebol riograndense também era pessoa com deficiência visual, lamentavelmente não está mais entre nós.

Não posso deixar de mencionar a importante participação do narrador esportivo Darci Filho, do sistema Pampa de Comunicação. Acredito que essas minhas conquistas causam imensa tristeza acumulado com o câncer da humanidade que é a inveja daqueles que não conseguem galgar os postos que eu consegui e consigo, apenas usando a minha competência e a privilegiada inteligência que Deus me contemplou. 

Cito, como última conquista, minha participação enquanto jornalista com deficiência visual filiado à Fenaj, no último Encontro Mundial da pessoa cega e com baixa visão, realizado no Parque Anhembi, em São Paulo, dias 1 à 5 de setembro do corrente ano.

Vou plagiar o Mago de Aço: “Ai e oi”.

 

Carlos Amorim – DRT 2081/PI

 

 

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Jornalista Carlos Amorim
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