Arte de engolir sapos

O sistema Meio Norte de comunicação premiou com base em suas mídias levadas ao conhecimento da opinião pública algumas instituições, pessoas físicas e outros reconhecidos por extraordinários serviços desenvolvidos em favor da inclusão, lamentavelmente foram esquecidos algumas personalidades membros da própria empresa por trabalhos de excelência ao processo de “exclusão” cito: Cinthia Lages, por ter tido a capacidade de impor condições vexatórias e humilhantes ao jornalista Carlos Amorim, quando em processo de direito de resposta autorizado pelo diretor de rádio absolutamente desrespeitado. A nobre cuspideira de microfone asseverou ao entrevistado que com a insistência do mesmo em publicitar o nome de uma senhora membro do MP-PI em baila foi subjugado ao processo humilhante de censura – “Se o senhor insistir em mencionar o nome da Drª, vou determinar que ponha-se para fora do estúdio”.

O Amadeu Campos, recebeu de minhas mãos cópias de processos de denúncias efetuadas por mim ao Ministério Público, como também, copia de ação judicial do qual fui réu em um processo arbitrário, cuja demanda foi arquivada. Já se foram 5 anos e até a presente data não houve nenhuma manifestação do apresentador de televisão em cadeira de rodas, esse também merece o Premio Piauí de Inclusão Social.          

Há 20 dias estive na sede da TV Meio Norte com o objetivo de contatar com o jornalista Arimatea Carvalho, pessoa do meu conhecimento que tinha acesso ao mesmo a qualquer hora. Por intermédio de um diretor que me recepcionou muito bem, esteve comigo a produtora desse apresentador de prenome “Luse”, demonstrando pressa, inquietação e descompromisso se recusou receber cópia de documentação referente ao golpe que fui vítima por um estelionatário no interior da Caixa Econômica, agencia Areolino de Abreu, me dispensando após 2 ou 3 minutos com a seguinte promessatenho que ir o Ari, só chega meio dia, mas vou retornar com o senhor para agendar essa conversa.

É importante informar que o meu objetivo seria denunciar a fragilidade e insegurança das agências bancárias no quesito proteção ao cliente contra ladrões que se acotovelam livremente dentro das agências de conhecimento de todos, seguranças, estagiários, funcionários terceirizados e outros.

O que me causou espécie, é que o mesmo fato ocorrido comigo aconteceu com uma senhora em uma agência de banco na cidade de Timon-MA. O programa banca de sapateiro propagou, divulgou e massificou a exaustão repetidas vezes o fato criminoso. Como perguntar não ofende, qual a diferença entre o Carlos Amorim, com deficiência visual e aquela senhora corretora? Que graças a intervenção de terceiros conseguiu recuperar seu dinheiro e encarcerar os golpistas.

Essas duas figuras também merecem receber na próxima, 22º edição do Prêmio Piauí de Inclusão Social pelo lindo trabalho de exclusão e omissão a uma pessoa que poderia ter evitado uma série de outros crimes a idosos, como também a sociedade como um todo, em desfavor de criminosos atuando diariamente.   

Quero parabenizar os protagonistas dessa farsa patrocinada com os recursos oriundos de impostos do contribuinte piauiense.

Carlos Amorim – DRT 2081/PI

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Jornalista Carlos Amorim
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