Saudosa família Alencar

Há quarenta dias estive na sede da TV Globo de Teresina, Av. Valter Alencar, bairro Monte Castelo, edificada com o slogan “a força de um ideal”, projeto do saudoso Dr. Valter Alencar. Atualmente apenas um antro para comércio escusos de matérias tendenciosas, mentirosas e enganadoras, meu objetivo foi apresentar sugestão de pauta para matéria denunciativa referente aos escândalos, roubalheiras, falsidades ideológicas, furtos e apropriações indébitas promovido pelo INSS.

Todo o arcabouço de termos probantes, fidedignos à realidade dos fatos, os quais sou uma das vítimas, aposentado desta autarquia por invalidez (cegueira) há 23 anos, fui direcionado para uma jornalista que se autodeclarou de “produtora” da TV, entreguei-lhe um catatau de documentos que recebeu atenção da jornalista apenas as duas ou três primeiras folhas.

Após o generoso ato, ela se debruçou em pretextos, contestações, dificuldades, impossibilidades, deixou entre linhas a possibilidade de sofrer punição se mandasse para a Rede aquele tipo de denúncia. Indubitavelmente acrescentou que não passaria pelo crivo de uma comissão que julga as matérias que podem ou não ser veiculadas, mas, ficaria com a documentação que havia filmado em seu celular para me dar uma resposta posteriormente (aguardo até a presente data a generosidade daquela pobre coitada).

Há quatro dias, eclodiu no Brasil gigantesca bomba de nitroglicerina pura, em desfavor do INSS e sua quadrilha que furtavam o mísero rico dinheirinho de idosos e idosas, velhinhos e velhinhas, morrendo de inanição e falta de medicação, pelo insignificante salário-mínimo que percebem da previdência social do Brasil. Lamentavelmente, me surpreendo ao verificar exaustivas matérias, no mesmo canal global que me rechaçou, levando ao conhecimento da opinião pública vastíssimas e cansativas matérias referentes ao fato pelo qual fui rechaçado, desrespeitado e censurado por esse veículo de comunicação tupiniquim e seletivo.

Há um ano, venho gerando intensas denúncias no meu site olharde águia.com.br”, como também, rede social X @Voto Conquistado, sempre em desfavor das bandalheiras do INSS, com um agravante: há trinta dias desenvolvo veemente campanha, pedindo ao presidente Lula a cabeça do Carlos Lupi, ministro da Previdência Social, que usa velhos adágios para se esquivar da responsabilidade dos delitos que administra, ludibriando a sociedade brasileira, sempre dando uma de “João-sem-braço” para na hora do enterro da viúva, tragar o coveiro de forma sutil e sorrateira.

Por incrível que pareça, militei com essa autoridade nas memoráveis manifestações das “Diretas Já”, conquista de liberdades, direito ao voto, direito ao ir e vir, direito a ampla cidadania e direito ao livre pensamento. Lembro-me, perfeitamente que o Carlos Lupi, era apenas um cão de guarda, carregando a mala do Brizola, por todo o Rio de Janeiro. As memoráveis manifestações realizadas na Cinelândia, Lago da Carioca, Candelária, Central do Brasil, Praça dos Paraíbas em Copacabana e Praça General Osório em Ipanema. Só agora entendo, perfeitamente, que foram apenas devaneios, perca de esforços e riscos que submeti a minha vida.

O que é lamentável, são os esquemas ocultos da rede bancária para roubar, vilipendiar, furtar e ludibriar o aposentado. Recentemente, visitei cinco instituições financeiras, ou seja, correspondentes bancários, as propostas são as mais indecorosas e criminosas: “o senhor pode fazer o refinanciamento, a compra da dívida, terá um troco de vinte mil reais, mas será devolvido para nós três mil reais, em virtude que não recebemos comissão dos bancos pelo trabalho prestado”.

Esse tipo de excrescência aconteceu comigo, que imagino ser esclarecido, agora pense no “pé-de-chinelo”, pobre, humilde, ignorante, desprovido, faminto, lascado e sobrevivendo a duras custas com um salário-mínimo, que compromete 70% da sua renda para cumprir as estúpidas exigências de uma rede bancária administrada pela FEBRABAN com a conivência do Banco Central do Brasil, que ao atender ao telefone no número 145, acessando a tecla “2”, assevera ao solicitante: “questões de empréstimo não é conosco, é uma transação entre Banco e cliente”.

Entendo essa postura indecorosa como o ato de Pilatos, ao lavar as mãos para a morte de um inocente, Jesus Cristo. Tenho plena convicção que estamos em um mato sem cachorro, prestes a um tsunami sem precedentes.

As matérias escritas por mim, no site olhardeaguia.com.br, foram enviadas aos gabinetes de 513 deputados federais e 81 senadores, até o dia de hoje nenhuma resposta foi oferecida aos meus questionamentos. Finalizo com uma homenagem ao Cacá Diegues, produtor da memorável película “bye bye Brasil”.

Carlos Amorim DRT 2081/PI

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Jornalista Carlos Amorim
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